Posts Tagged ‘Christopher Lambert

20
Ago
09

Fortress 2: Re – Entry (1999)

Locked in a prison orbiting 26,000 miles above earth. Escape was never thought possible...until now.

Locked in a prison orbiting 26,000 miles above earth. Escape was never thought possible...until now.

Pois é, o nosso Brennick volta a estar em destaque. Depois da fuga encetada na 1ª entrega e estando refugiado nas montanhas, Christopher Lambert volta a ser caçado pela empresa que o tinha capturado da primeira vez. Sendo levado novamente para a prisão, depressa descobre que nesta mesma existem mais dificuldades de fugir, uma vez que se encontra no espaço. Mas como o nosso Lambert já nos habituou, não há impossiveis e à bela maneira americana, misturando um pouco de MacGiver, com Prison Break, lá consegue fugir novamente. De Geoff Murphy, com Aidan Rea, David Roberson, Liz May Brice, Beth Toussaint, Willie Garson, Paul de Bourcy e Patrick Malahide.

Epá, apetece-me uma mini com tremoços, será que servem aqui na prisa

Epá, apetece-me uma mini com tremoços, será que servem aqui na prisa

Mais vale ver o programa do Goucha


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17
Maio
09

Fortress (1993)

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A Prison of the Future. A High-Tech Hell. Built to Hold Anything… Except an Innocent Man.

Nos E.U.A. do futuro é proibido ter mais de um filho. Ainda me estou a perguntar como é que Christopher Lambert conseguiu fazer um e já vai a caminho do segundo. Ora sendo proibido, têm de fugir para o México de modo a levar a criança a ver touradas. Mas é apanhado na fronteira. Eis então que vai conhecer uma prisão que fica debaixo de terra no meio do deserto (deve ser no Texas, acho que vi o Walker e o Trivette num jipe lá ao fundo). Esta prisão é chefiada por Poe (Kurtwood Smith) que é, nem mais nem menos, um dos bebés nascidos na prisão. Ora, como já devem ter adivinhado, o filme relata uma Prison Break futurista, com algum engenho. (os indestinators ainda me fazem quase vomitar). Sem ser brilhante, Fortress torna-se agradável o visionamento ao beber umas minis e comer uns tremoços.

Vale a pena deixar de ver a bola e a caneca da cerveja a aquecer para ver isto


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16
Maio
09

Absolon (2001)

absolon

De vez em quando também aparece um filme de baixo orçamento que é realmente mau. Absolon é um deles. Mas não por culpa dos actores que também devem ter sofrido bastante ao longo desta violação ocular. Absolon conta-nos a história de um futuro não muito distante (lembro-me de referirem a data 2014 pelo menos), onde um vírus que apareceu depois da destruição da floresta amazónica (que o mantinha preso!) dizima 5 mil milhões de pessoas da face da Terra. Os restantes caem sobre o domínio de uma empresa farmacêutica que fabricou um medicamento chamado Absolon para impedir que as pessoas morram. A economia e a sociedade alteram-se drasticamente ao ponto de as pessoas receberem horas de vida como moeda pelo trabalho, traduzida em doses de Absolon. Vamos lá a ver, um argumento destes até tinha pernas para andar se fosse bem aproveitado, no campo da ficção científica, mas o overacting, a mistura de antigo e novo, colocando alguma high tech aqui e ali com as coisas mundanas (e algumas realmente antigas como uma granada da 2ª Guerra Mundial!) falha redondamente em conseguir captar um ambiente pseudo-cyberpunk (só pode ser o que queriam da maneira que a Roberta Angelica anda vestida). Os actores esses são de um calibre altíssimo, Christopher Lambert é o detective que anda a investigar a morte de um cientista que supostamente descobriu a cura para o vírus e que tem a mania de disparar sem apontar e é fã de Torrente (por culpa do realizador, o galego David Barto que participou no departamento artístico de Torrente 2), Kelly Brook a cientista que o vai ajudar, Lou Diamond Phillips o assassino que anda atrás dele e Ron Perlman o líder da farmacêutica que domina o mundo apenas com um rato cromado na sua secretária e escritório gigante em mármore negro. Quando parecia que íamos ter o momento alto do filme com Kelly Brook a despir-se em busca de um dispositivo de localização, Christopher Lambert decide ter um momento de inteligência e descobre que o tinha no bolso, parando a menina em pleno acto. Não se faz.

Nem com Glenfiddich 1937 isto marcha


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