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Jul
09

Starcrash (1978)

The ultimate inter-galactic adventure

The ultimate inter-galactic adventure

Mais uma aventura no espaço. Caroline Munro e Marjoe Gortner são Stella Star e Akton, respectivamente. São dois contrabandistas espaciais que andam sempre a fugir a Thor (Robert Tessier) e a Elle (Judd Hamilton). Quando se deparam com uma nave espacial Imperial, procedem a revistar a mesma em busca de sobreviventes. Isso vai-lhes custar a liberdade. Stella é condenada a passar os dias a enfiar bolas de radiação num núcleo, venstindo só um biquini de cabedal. Consegue encetar uma fuga, mas volta a ser apanhada por Elle e Thor, que lhe indicam que o Imperador (Christopher Plummer) precisa da ajuda dela e de Akton para encontrar o seu filho Simon (David Hasselhoff), que foi capturado pelo pérfido conde Zarth Arn (Joe Spinell). A partir daqui acontece quase de tudo. Stella fica congelada, Robots que em vez de terem laser só têm espadas, lutas com sabres de luz, uma invasão ao HQ do conde, que é uma nave espacial, com misseis de onde saem pessoas e que entram pelos vidros da nave. Honestamente é um mau filme que até se torna bom. De Luigi Cozzi.

Vamos comer uma hamburger, conheço um sitío onde as servem com sabor a alcatifa

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Vale a pena deixar de ver a bola e a caneca da cerveja a aquecer para ver isto


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1 Response to “Starcrash (1978)”


  1. Novembro 16, 2009 às 11:02

    O filme é simplesmente fascinante. Para os apreciadores do gênero, é bom deixar claro. Eu me encantei com o extremo do filme, que é daqueles tão ruins que chegam perto do ótimo, pelo menos dentro da minha concepção de qualidade, em que os extremos se aproximam. Há muitos diálogos sem qualquer fundamento, efeitos meia-boca, frases memoráveis de diversos personagens, como aquele hora em que o vilão diz que antes do pôr-do-sol ele será o Imperador (esqueceu que estava no espaço, certamente…). Mas o que me deixou de queixo caído, MESMO, foi aquele hora em que o Imperador chega até onde está o seu filho, junto com os dois heróis, faltando 48 segundos para explodir o planeta, e diz: “Eu não seria Imperador se não tivesse alguns poderes. NAVE IMPERIAL, DETENHA O CURSO DO TEMPO!” Esta, pelo menos para mim, é o máximo. Pra quem gosta do gênero eu, sinceramente, recomendo. E, caso tenham disposição, assistam também DÜNYAYI KURTARAN ADAM, um filme turco feito pouco depois de Star Crash.


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