
Ver Boa vs. Python é como ver um clássico Sporting – Benfica. É muito vermelho e verde no ecrã. Em primeiro lugar, vocês viram o poster? Viram os arranha-céus? E o choppa? Esqueçam, nada disso aparece no grande ecrã (Photoshop a bombar). O argumento não traz nada de novo aos apaixonados da 7ª arte. Temos o tipo rico, que lhe apetece fazer uma caçada a um animal exótico, por isso decide importar uma Boa. Mas por vias do destino, a bicha solta-se e começa a devorar tudo o que lhe aparece pela frente. Para localizar a Boa, o F.B.I. lança uma Python atrás da BOA (original, não acham?). Após uma busca incessante, o duelo de titãs surge primeiro numa ETAR subterrânea, depois numa discoteca (ficamos com a impressão de que a Boa não estava a curtir o som, por isso decidiu devorar o DJ. O confronto final dá-se numa estação de metro. Para ver e delirar. De David Flores, com David Hewlett, Jaime Bergman, Adamo Palladino e Angel Boris Reed.
Nem com Glenfiddich 1937 isto marcha
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